quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Cotidiano e Curiosidade dos Povo Bruxo da Grã Bretanha

Cores:
 Bruxos costumam usar na hora de se vestir o roxo e o verde, muitas vezes em combinação. No Reino Unido (e boa parte da Europa) roxo está associado a realeza e nobreza. O verde a muito tempo tem uma conexão sobrenatural com o RU, ele deve ser usado com cuidado, já que é a cor das fadas e elas são possessivas. Verde não deve ser usado em casamentos já que tem associação com morte e doença. É a cor da maldição da morte, e outras maldições ruins. A união de roxo e verde mostra dois lados da magia: a Nobre e a Ignóbil, útil e destrutiva.

Medidas:
 Os bruxos britânicos nunca mudaram para o sistema métrico, como fizeram os trouxas em 1965, eles simplesmente ignoraram. Eles usam para pesar: ounces, pounds e stones e para medir: Iches (polegadas), feet (pés) e miles (Milhas).

Moedas:
  Knuts: Moeda menor e de bronze
  Sickles: Moeda de médio porte, de prata
  Galleons: Moeda maior e de ouro.

 Nomes:
 Bruxos costumam dar nomes que gostam. Alguns mais Trouxas (James, Harry...) outros mais "mágicos" (Remus, Alecto). Algumas famílias seguem alguma tradição (como os Black dando nome de estrelas). E muitos poucos ainda vão em uma Vidente de Nome. Esses recebem qual deve ser o nome da criança e um pouco do seu futuro- razão da prática estar tão em baixa.

 Tecnologia:
  Quado se tem magia, a tecnologia trouxa não parece tão interessante assim. Será rara as vezes que verá um bruxo navegando pela internet. Ou ele está de bobeira, ou fazendo uma pesquisa para Estudo Sobre os Trouxas.
  Bruxos não precisam de aparelhos mundanos como aspiradores e lavadora de pratos, pois com um aceno da varinha já resolvem isso. Porém muitos bruxos queriam ter televisão. Tanto que nos anos 1980 foi fundada a  British Wizarding Broadcasting Corporation (Corporação Televisiva Bruxa Britânica) no intuito de se fazer seu próprio canal de TV. O Ministério barrou o projeto alegando que era perigosamente próximo da quebra do Sigilo. Muitos acham injusto essa decisão, já que há estações de rádios modificadas para bruxos com programas só para essa comunidade. O Ministério alegou que os ouvintes Trouxas pegam as vezes os sinais, mas eles são tolerantes ou não acreditam no que ouviram, ao contrario dos telespectadores de TV. (Mais sobre essa teoria em A Filosofia do Mundano: Porque os Trouxas Preferem Não Saber, do Professor Mordicus Egg's)
 Outra razão para evitarem a tecnologia é cultural. Eles sentem orgulho de não precisarem das (engenhosas) coisas Trouxas para viverem. Secadores de cabelo e telefones são vistos como inadequados em casas mágicas.
 Uma grande exceção são os carros (trens e motos em menor quantidade também). Bruxos antes do Estatuto de Sigilo usavam carruagens puxadas por cavalos e barcos a vela. Porém precisaram para de usar as carruagens quando ficou ultrapassado demais (sem falar na inveja dos automóveis que eles sentiram no inicio do séc XX). O próprio Ministério da Magia comprou uma frota de carros, que modificou com feitiços uteis para ficarem ainda mais confortáveis e uteis (como ter mais espaço e até voar).
Termos:
 Pessoas não mágicas são chamadas de Trouxas (Muggles)
- Hatstall:
 Termo arcaico para uma pessoa que o Chapéu Seletor demora mais de cinco minutos para ser selecionados, algo raro, que acontece normalmente uma vez a cada cinquenta anos.
- Puro sangue:
 É o termo usado para pessoas e famílias que não tem sangue trouxa. Associado a Salazar Slytherin por o mesmo não querer ensinar nascidos trouxas, o que o fez se demitir de Hogwarts ( e criar a Câmara Secreta).
 Esse termo e o preconceito de Slytherin era considerado estranho em sua época. Nela os nascidos trouxas ou Magbobs (que a magia apareceu "do nada") eram dados como talentosos. Isso só veio a mudar quando o Estatuto Internacional de Sigilo entrou em vigor, em 1692. O termo Mudblood (sangue ruim) ganhou espaço em pessoas que queriam entrar em guerra contra os Trouxas ao invés de se esconderem. Nessa época o casamento com trouxas caiu muito, por medo de descompressão do sigilo.
 O termo Puro Sangue não é correto biologicamente, pois no passado, mais remoto que seja, todas as famílias já se misturaram com trouxas. É mais um termo social-político.
 Livros duvidáveis surgiram no séc 18, com base em escritos de Salazar Slytherin, falavam sinais de uma família puro sangue (sinais de magia aos 3 anos -normalmente começa-se aos 7 - aptidão na vassoura, medo de porcos e repugnância a crianças e bebês trouxas). Tudo isso já desmentido em estudos do Departamento de Mistérios.
 Em 1930 foi lançada a lista das "28", uma lista anonima que declara as famílias de sangue puro da Grã Bretanha: Abbott, Avery, Black, Bulstrode, Burke, Carrow, Crouch, Fawley, Flint, Gaunt, Greengrass, Lestrange, Longbottom, McMillan, Malfoy, Nott, Ollivander, Parkinson, Prewett, Selwyn, Shacklebolt, Shafiq, Slughorh, Travers, Weasley, Yaxley. 



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