- Barracas: Comuns para eventos especiais, ou para acampar com a família, as barracas são uns dos poucos itens que tem a permissão de serem fabricadas magicamente com o feitiço de extensão e assim serem maiores por dentro.
- Carros: Os carros oficiais do Ministério da Magia tem a permissão de usar o feitiço para caber mais pessoas nele. Porém Arthur Weasley enfeitiçou (ilegalmente) seu Ford Agila, que agora vive na Floresta Proibida brigando de vez em quando com criaturas das Trevas.
- Carruagens: As carruagens de Hogwarts tem permissão do Ministério para serem maiores e assim ter capacidade maior de alunos por carruagens.
domingo, 13 de março de 2016
Objetos com Feitiço de Extensão Aprovados pelo Ministério da Magia
sábado, 12 de março de 2016
A Poção Polissuco
A Poção Polissuco, é uma das mais complexas e demoradas poções, é melhor deixa-la para os bruxos e bruxas mais habilidosos faze-la. Ela permite quem a tome se transformar fisicamente em outra pessoa, desde que este possua um pedaço da pessoa que vai se transformar e coloque na mistura (isso quer dizer qualquer coisa- pelos, unhas, mas no geral, cabelo) A ideia que alguém pegue partes de uma pessoa para fazer o mal por ai é conhecida em muitas superstições e folclores pelo mundo.
O efeito da poção é temporário e funciona dependendo da habilidade de quem o fez, isso pode ser desde de 10 minutos á 24 horas. Você pode mudar de idade, raça e sexo com a poção, mas não deve tentar trocar de espécies.
-Ingredientes:
O efeito da poção é temporário e funciona dependendo da habilidade de quem o fez, isso pode ser desde de 10 minutos á 24 horas. Você pode mudar de idade, raça e sexo com a poção, mas não deve tentar trocar de espécies.
-Ingredientes:
- Moscas Lacewings
- Chifre de um Bicórnio
- Sanguessugas
- Knotgrass
- Pele de Boomslag
- Pedaço de quem você ira se transformar.
Firebolt
No final do século vinte, a Companhia de Vassouras de Corrida Nimbus dominava o mercado. Seus modelos 2000 e 2001 foram os maiores sucessos e eram ditos como top de linha.
Os designers da Nimbus mal sabiam que uma outra vassoura de corrida estava sendo produzida e que esta bateria seus recordes doze meses depois. Esta era a Firebolt, um projeto ultra-secreto de Randolph Spudmore (filho de Able Spudmore da empresa Ellerby & Spudmore, que produziram as vassouras Tinderblast em 1940 e Swiftstick em 1952. Ambos bons modelos, mas nunca atingiram o topo).
Um inteligente designer de vassouras Randolph foi o primeiro a usar ferro dos duendes (tanto para os pés, como para o suporte e para prender as cerdas), segredo que não foi completamente revelado, mas parecia dar um poder a mais a firebolt, principalmente os pés antiderrapantes, que eram úteis aos jogadores de Quadribol. O cabo é de ébano e as cerdas de de betula ou avelã, dependendo da preferência do cliente. (Betula é mais glamorosa ao decolar alto, já avelã é boa para uma direção mais correta).
A Firebolt é uma vassoura cara e Harry Potter foi uns dos primeiros a possuir uma. Elas continuam sendo feitas em pequenas escalas, até porque os duendes que trabalham nas siderúrgicas licenciadas costumam fazer greve por qualquer coisa.
Os designers da Nimbus mal sabiam que uma outra vassoura de corrida estava sendo produzida e que esta bateria seus recordes doze meses depois. Esta era a Firebolt, um projeto ultra-secreto de Randolph Spudmore (filho de Able Spudmore da empresa Ellerby & Spudmore, que produziram as vassouras Tinderblast em 1940 e Swiftstick em 1952. Ambos bons modelos, mas nunca atingiram o topo).
Um inteligente designer de vassouras Randolph foi o primeiro a usar ferro dos duendes (tanto para os pés, como para o suporte e para prender as cerdas), segredo que não foi completamente revelado, mas parecia dar um poder a mais a firebolt, principalmente os pés antiderrapantes, que eram úteis aos jogadores de Quadribol. O cabo é de ébano e as cerdas de de betula ou avelã, dependendo da preferência do cliente. (Betula é mais glamorosa ao decolar alto, já avelã é boa para uma direção mais correta).
A Firebolt é uma vassoura cara e Harry Potter foi uns dos primeiros a possuir uma. Elas continuam sendo feitas em pequenas escalas, até porque os duendes que trabalham nas siderúrgicas licenciadas costumam fazer greve por qualquer coisa.
Biografia: Remus Lupin
Remus Lupin era filho único do bruxo Lyall Lupin e sua esposa trouxa Hope Howell.
Lyall Lupin era muito inteligente, passou de um jovem tímido, para na idade dos 30, um especialista em Aparições Não Humanas, incluindo bichos papões, poltergeist e outros que tem uma aparência fantasmagórica mas nunca esteve vivo e são um dos maiores mistérios do mundo bruxo.
Em uma densa floresta em Welsh, onde um difícil bicho-papão assombrava, Lyall esbarrou em sua futura esposa. Hope Howell uma bela jovem que trabalhava como secretária em uma seguradora em Cardiff, tomou a triste decisão de pegar um caminho que ela pensava ser apenas um bosque ameno. Bichos papões e poltergeist podem ser sentidos por trouxas, e Hope era uma jovem cheia de imaginação e sensitiva, e logo se convenceu que havia algo atrás das arvores. Eventualmente, sua imaginação foi tão forte que o bicho papão assumiu uma forma: De um homem Mau Encarado, que iria ataca-la. Lyall ouviu o grito, e transformou aquela visão eu um cogumelo com um aceno da varinha. Hope pensou, em sua confusão, que ele havia espantado o homem ruim, e suas primeiras palavras a ela "Não se preocupe, era só um bicho-papão" não causou efeitos nela. Quando ele viu o quão bonita ela era, Lyall sabiamente escolheu não falar mais sobre papões, mas concordou instantaneamente que aquele era um homem grande e assustador, e a única coisa sensível que poderia fazer por ela, era acompanha-lá até sua casa.
O jovem casal se apaixonou, e nem a vergonha de Lyall ao admitir meses depois que ela nunca esteve em real perigo, fez eles se separarem. Para o deleite de Lyall, Hope aceitou sua proposta de casamento e aprontou todos os detalhes para a cerimonia, incluindo um bolo com um papão no topo.
Lyall e Hope tiveram um ano depois seu primeiro e único filho, Remus John, era uma criança esperta e saudável, e logo apontou sinais de magia, fazendo seus pais acharem que o pequeno seguiria os passo do pai, e iria para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
Na época em que Remus tinha quatro anos de idade, a magia negra crescia pelo país. Mesmo que fossem poucos que soubessem quem estava por trás dos ataques, a primeira ascensão de Lord Voldemort começava, e Comensais da Morte retrucavam várias espécies de criaturas das Trevas para se unir a eles e fazer o Ministério cair. O Ministério então recrutou especialistas e todas as criaturas magicas- mesmo os de papões e poltergeists- para ajudar a conter o poder das trevas. Lyall foi um dos chamados para ir trabalhar no Departamento de Regulamentação de Criaturas Mágicas, que ele aceitou facilmente. Foi então que Lyall ficou frente a frente com um lobisomen chamado Fenrir Greyback, que foi levado para interrogatório por causa da morte de duas crianças trouxas.
O Registro de Lobisomens era mantido muito mal. Lobisomens eram algo tão obscuro na sociedade bruxa que evitavam o contato com outras pessoas; eles vivam em conjuntos e faziam de tudo para não serem registrados. Greyback, era lobisomen sem o conhecimento do Ministério, se dizia ser nada mais que um mendigo Trouxa que estava maravilhado por estar numa sala cheia de bruxos, e que nada sabia sobre as pobres, crianças mortas.
As roupas e a falta de varinha de Greyback foi o suficiente para convencer dois ignorantes membros do comitê de que ele estava falando a verdade, mas Lyall Lupin não seria facilmente enganado. ele reconhecei certos traços em Greyback e falou ao comitê para mante-lo preso até a próxima lua cheia, que seria em meras 24 horas.
Greyback ficou em silêncio enquanto os colegas de comitê de Lyall riam dele. "Volte para os papões de Welsh Lyall, nisso você é bom" eles diziam e isso deixou Lyall com raiva. Ele então começou a dizer que lobisomens eram "sem alma, maus e que não mereciam nada alem da morte". Isso fez o que expulsassem da sala e depois de pedir desculpas para o Greyback, solta-lo.
O bruxo que acompanhou Greyback devia fazer um feitiço da memória para faze-lo esquecer que esteve no Ministério, porém ele foi surpreendido por Greyback e mais dois companheiros dele, que tiveram a sorte de conseguir entrar, e os três lobisomens fugiram.
Greyback não perdeu tempo em contar como Lyall descreveu sua especie aos seus amigos. Logo eles quiseram vingança contra o bruxo que disse que eles mereciam nada alem da morte.
Próximo ao quinto aniversário de Remus, ele dormia em paz em sua cama, então Fenrir Greyback quebrou a janela dele e atacou o garoto. Lyall chegou no quarto a tempo de salvar a vida do filho, lançando poderosos feitiços para botar Greyback para fora, mas seus filho acabaria se tornando um lobisomen por completo.
Lyall nunca se perdoaria pelas palavras que falou na frente de Greyback no inquérito: sem alma, maus e que mereciam nada mais que a morte. Ele falou o que todos viam da comunidade lupina, mas seu filho era tão adorável e inteligente- excerto quando estava na Lua Cheia, quando ele sofria e se transformava num perigo para todos a sua volta. Por muitos anos, Lyall não explicou sobre o ataque, nem a identidade de Greyback, temendo que seu filho ficasse com raiva dele.
Lyall fez de tudo para achar uma cura, mas não havia poção ou feitiço que pudesse curar o filho. Nesse tempo sua família viva na condição de ter que esconder a condição de Remus. Eles trocavam de cidade para vila, a medida que rumores sobre o menino começavam. Muitos bruxos notavam como o garoto ficava quando a lua nova aproximava, e os períodos do mês em que desaparecia. Remus não tinha permissão para brincar com outras crianças, pois corria o risco dele sem querer deixar escapar sua condição. Em consequência disso, tirando seus amáveis pais, ele era uma menino solitário.
Enquanto Remus era pequeno, não era difícil conte-lo na lua cheia, tranca-lo num quarto com feitiços silenciadores era o suficiente. Porém ele crescia, assim como o lobo em si, e quando tinha dez anos já era capaz de quebrar portas e esmagar janelas. Nem mesmo poderosos feitiços continham o filho e Lyall e Hope agora ficavam com medo e preocupados. Eles adoravam o filho, mas sabia que sua comunidade- que já estava cercada de rumores de Trevas- não seriam compreensíveis com um lobisomen descontrolado. Sua esperança estava em ruínas e Lyall educaria Remus em casa, o garoto nunca pisaria na escola.
Próximo do 11º aniversário de Remus, ninguém menos que Albus Dumbledore em pessoa, o diretor de Hogwarts, apareceu na porta dos Lupins sem ser convidado. Hope e Lyall tentaram proibir a entrada do diretor, mas cinco minutos depois, Dumbledore estava sentado próximo a lareira, comendo bolinhos e brincando de Gobstones com Remus.
Dumbledore contou aos Lupins que sabia o que havia ocorrido com o filho deles. Greyback se gabava do feito e o diretor tinha espiões entre as criaturas das Trevas. Dumbledore ainda disse que não via razão para que Remus não fosse a escola, e contou seus planos de segurança para poder levar Remus para lá. Por conta da incompreensão e do preconceito sobre os lobisomens, Dumbledore concordou que Remus não devia expor sua condição. Uma vez por mês ele seria levado para uma casa segura em Hogsmeade, protegida por muitos feitiços e que só teria conexão com Hogwarts por um túnel subterrâneo, ali Remus poderia se transformar em paz.
A animação de Remus foi maior que qualquer outra coisa que já tinha sentido antes. Era o sonho da sua vida poder sair e conhecer outras crianças, e pela a primeira vez na vida ter colegas e amigos.
Escolhido para a Griffinória, logo Remus havia ficado próximo de dois garoto confiantes e rebeldes, James Potter e Sirius Black. Eles foram atraídos pelo senso de humor de Remus e sua bondade, algo que eles não possuíam como ele. Remus sempre o amigo mais quieto logo trouxe, Peter Pettigrew para andar com eles. Esse, mesmo sendo um colega da Griffinória não teria chamado a atenção de James e Sirius se Remus não os persuadi-se. Logo os quatro se tornaram inseparáveis.
Remus era a consciência do grupo, mas muitas vezes uma falha consciência. Ele desaprovava o bullying cometido para cima de Severus Snape, mas por amar Sirius e James, e ser grato por eles terem o acolhido, ele não os repreendia tanto quanto sabia que deveria.
Inevitavelmente logo os três melhores amigos perguntavam-se onde Remus ia uma vez por mês. Convencido pela sua solitária infância e que seus amigos o abandonariam se descobrissem que ele era uma lobisomem, Remus contava mentiras para disfarçar seus desaparecimento. James e Sirius entenderam a verdade no segundo ano. Para a felicidade de Remus, eles só não permaneceram amigos dele como ainda tornaram seu peso mensal algo mais fácil, e ainda deram para Remus um apelido que o acompanhou por toda carreira escolar "Moony". Moony ainda foi Monitor na escola.
Em tempo em que os quatro amigos deixaram Hogwarts, a ascensão de Lord Voldemort estava quase completa. Uma verdadeira resistência a ele era feita em segredo sob o nome de Ordem da Fênix, na qual os quatro jovens entraram.
A morte de James Potter, junto com de sua esposa Lily, pelas mãos de Voldemort, foi uma das coisas mais terríveis que Remus passou por toda sua turbulenta vida. Seus amigos significavam tudo para ele, pois a muito ele já havia aceitado que a maioria das pessoas não iria querer ter contato com ele, e ele não teria a possibilidade de casar e ter filhos. O pior é que em menos de 24 horas depois da morte de James, ele perdeu seus outros dois amigos. Ele estava no norte do pais em trabalho da Ordem, quando ouviu sobre um ter assassinado o outro, e agora este estava em Azkaban, era um traidor da Ordem, e de entregou James e Lily.
A queda de Voldemort, algo que deixou toda a comunidade bruxa feliz, marcou o inicio de uma época triste e solitária da vida de Remus. Ele perdeu seus três amigos, a Ordem foi desfeita, seus colegas voltaram para suas vidas e famílias. Sua mãe agora estava morta, e apesar de Lyall adorava ter o filho com ele, Remus se recusou em acabar com a vida tranquila do pai, voltando a morar com ele.
Remus vivia uma vida difícil, pegando trabalhos muito inferiores que ele merecia, sempre sabendo que teria que ir embora assim que o padrão de ficar doente na lua cheia ficasse claro para seus colegas e chefes de trabalho.
Um descobrimento da comunidade bruxa trouxe esperança a Remus: A poção Mata-Cão (Wolfbane). Essa poção preservaria sua consciência durante a lua cheia e ele seria apenas um lobo dormindo. O maior medo de Remus sempre foi dele matar alguém enquanto estivesse fora de si. Entretanto, a poção Mata-cão era complexa e seus ingredientes, caros. Remus não poderia obtê-lá sem admitir o que era, então continuou sua solitária e itinerante existência.
Uma vez mais, Albus Dumbledore mudou a vida de Lupin quando o encontrou em Yorkshire. Feliz de rever o diretor, Remus maravilhou-se ao ouvir Dumbledore convida-lo para ser professor de Defesa Contra A Artes Das Trevas, mas só concordou quando Dumbledore lhe ofereceu um ilimitado suprimento de poção Mata-Cão. Feita por Severus Snape, mestre de poções.
Em Hogwarts, Snape revelou-se ser um ótimo professor, com grande conhecimento e que fazia seus alunos entenderem. Ele era atraído para os mais subestimado e Neville Longbottom e Harry Potter foram beneficiados com sua bondade e conhecimento.
Entretanto um antigo habito de Remus veio á tona. Ele desconfiava de um velho amigo, um conhecido fugitivo, mas não contou sobre isso a ninguém em Hogwarts. Seu desesperado desejo de pertencer a algum lugar e ser amado falou mais forte.
Uma série de circunstâncias infortunais fez com que Remus torna-se lobisomem nos jardins do castelo. Severus Snape, ainda ressentido com brigas na infância fez com que os alunos soubessem a verdadeira situação do professor Lupin. Remus se sentiu obrigado a se demitir e deixar Hogwarts uma vez mais.
Como Voldemort ascendia uma vez mais, a velha resistência se viu agrupada mais uma vez, e Remus estava novamente entre a Ordem da Fênix.
Desta vez a Ordem contava co uma jovem Auror que era muita nova para participar da primeira vez. Inteligente, corajosa e engraçada, a garota de cabelo rosa Ninphadora Tonks, protegida de Alastor "Olho Tonto" (Mad-eye) Moody.
Remus cheio de melancolia e solidão se viu inquietado, depois impressionado, então seriamente atingido pela jovem Auror. Ele nunca tinha apaixonado-se antes. Se o tempo fosse outro ele logo teria se afastado, para não sofrer vendo Tonks se apaixonar por um jovem bruxo do trabalho, o que ele esperava que acontecesse. Entretanto, está é a guerra, e ambos eram necessários na Ordem da Fênix, e ninguém sabia o que o dia seguinte traria. Remus então teve uma justificativa para ficar, e apesar de manter seus sentimentos escondidos, ficava grato sempre que tinha que ficar com Tonks em alguma missão.
Nunca ocorreu á Remus que Tonks poderia sentir algo por ele. Ele se achava sujo e mau. Porem uma noite, eles faziam uma vigia ao redor da casa de um conhecido Comensal, e depois de uma ano de amizade conversavam sobre um colega da Ordem. "Ele ainda é bonito, mesmo depois de Azkaban" Tonks comentou, e Remus antes de poder se controlar falou alto "Ele sempre consegue a mulher" achando que a jovem estava apaixonada por Sirius. Isso deixou Tonks com raiva. "Você saberia perfeitamente por que eu tenho uma queda, se não estivesse tão ocupado sentindo pena de si mesmo para notar" ela rebateu.
Remus se sentiu mais feliz do que nunca nessa vida. Porém logo isso se apagou, por entender o que isso significava. Ele sabia que não podia se casar e correr o risco de passar sua condição adiante. Então fingiu não entender a resposta da moça. Mas Tonks eram mais inteligente que ele, e soube que Remus a amava, mas não queria admitir. Porem ele começou a não pegar excursões com ela, e parou de falar com ela. Começou a se voluntariar para missões mais perigosas. Isso deixou Tonks triste pois não só achava que o homem que ela amava nunca mais passaria um tempo com ela, como também o via se aproximando cada vez mais da morte por não querer admitir seus sentimentos.
Remus e Tonks lutaram juntos na batalha do Departamento de Mistérios, que expôs a volta de Voldemort para o mundo. A perda do último amigo de escola de Remus o fez aderir a um habito de auto-destruição, quando topou ser espião de Dumbledore. Ele viveria com lobisomens e tentaria atrai-los para o lado de Dumbledore, mas isso o faria ficar próximo de quem mudou sua vida para sempre. Fenrir Greyback.
Remus teve que ficar cara a cara com Greyback e Tonks um ano depois, quando a Ordem batalhou contra os Comensais da Morte em Hogwarts. Durante a batalha Remus perdeu outra pessoa que amava: Albus Dumbledore. Dumbledore era adorado por todos os membros da Ordem, mas Remus havia recebido dele tanta bondade, compreensão e tolerância que ele nunca recebeu de mais ninguém tirando os seus pais e seus três amigos, ele foi o único a lhe dar um papel normal na sociedade bruxa.
Depois da batalha, encorajada pelo discurso de Fleur Delacour sobre amar Bill Weasley, que havia sido atacado por Greyback, Tonks fez uma corajosa declaração de seus sentimentos em publico para Remus, que foi forçado a admitir que à amava. E no que ele pensava ser um atitude mesquinha e egoísta, Remus casou-se com Tonks, no norte da Escócia, com pessoas de pub como testemunhas. Ele continuou a achar que acabaria infectando sua esposa. Ele ficava entre o sonho de ter se casado com a mulher que amava e o pesadelo de pensar que havia a condenado.
Apenas algumas semanas depois, Remus percebeu que sua esposa estava grávida, e ficou com medo de encara-lá. Ele estava convencido que havia passado sua terrível condição para uma criança inocente e havia condenado Tonks a uma vida ruim como a de sua mãe, mudando-se constantemente, sempre escondendo sua pobre e violenta criança dos outros. Cheio de remorso e auto-recriminação Remus deixou Tonks, e foi procurar Harry para acompanha-lo em sua mortal aventura.
Ele não esperava a reação do jovem Harry, que não aceitou sua ajuda e ficou bravo com ele. Ele disse ao seu ex-professor que ele estava agindo de forma egoísta e irresponsável. Remus respondeu isso com violência e foi embora da casa, se escondendo num canto do Caldeirão Furado onde ficou fumando e bebendo.
Entretanto, depois de horas refletindo, Remus chegou a conclusão que seu ex-pupilo havia lhe ensinado uma valiosa lição. James e Lily, Remus refletia, ficaram com Harry mesmo depois de suas mortes. Lyall e Hope, seus próprios pais, sacrificaram sua paz e segurança para ter a família unida. Muito envergonhado, Remus deixou a hospedaria e voltou para sua esposa, a quem implorou perdão, e jurou que nunca mais a abandonaria. E assim foi, ele rejeitou várias missões da Ordem e colocou a segurança da sua esposa e seu bebe em primeiro lugar durante toda a gravidez.
O filho deles, Edward Remus (Teddy) Lupin, ganhou o nome em homenagem ao recém desencarnado sogro de Remus. Ambos estavam felizes e o filho não mostrou nenhum sinal de licantropia ao nascer, mas herdou a habilidade da mãe de mudar a aparência. Na noite do nascimento do filho, Remus deixou a esposa sobre os cuidados da sogra e foi procurar Harry pela primeira vez desde da briga. Ele convidou Harry para ser padrinho de seu filho, sentindo nada além de gratidão e felicidade pela pessoa que o mandou para casa e lhe deu a maior chance de felicidade em sua vida.
Tanto Remus como Tonks voltaram para Hogwarts para lutar contra Voldemort, deixando o filho aos cuidados da avó. O casal sabia que se Voldemort ganhasse a batalha, sua família acabaria: ambos eram conhecidos membros da Ordem da Fênix, Tonks era marcada pela tia, a Comensal da Morte Bellatrix Lestrange, e o filho deles estava muito fora do padrão puro sangue, tendo traços trouxas e de lobisomem em seu sangue.
Tendo sobrevivido a vários encontros com comensais, Remus Lupin encontrou seu fim pelas mãos de Antonin Dolohov, um dos mais sanguinareos e antigos comensais. O fato de Lupin não estar em forma para batalhar, tendo usado por meses apenas feitiços de proteção, e Dolohov estar em constantes batalhas e torturando pessoas pesou, e no fim, Lupin não conseguiu vencer a batalha com o Comensal.
Remus Lupin foi condecorado com a Ordem de Merlin, Primeira Classe, depois de sua morte, o primeiro lobisomem a receber essa honraria. O exemplo de sua vida e morte ajuda e muito a tirar o estigma dos lobisomens. Ele nunca sera esquecido por quem o conheceu: um corajoso, e bondoso homem que deu tudo que podia em circunstancias difíceis para ajudar mais do que imaginou.
Seu patrono era um Lobo.
Lyall Lupin era muito inteligente, passou de um jovem tímido, para na idade dos 30, um especialista em Aparições Não Humanas, incluindo bichos papões, poltergeist e outros que tem uma aparência fantasmagórica mas nunca esteve vivo e são um dos maiores mistérios do mundo bruxo.
Em uma densa floresta em Welsh, onde um difícil bicho-papão assombrava, Lyall esbarrou em sua futura esposa. Hope Howell uma bela jovem que trabalhava como secretária em uma seguradora em Cardiff, tomou a triste decisão de pegar um caminho que ela pensava ser apenas um bosque ameno. Bichos papões e poltergeist podem ser sentidos por trouxas, e Hope era uma jovem cheia de imaginação e sensitiva, e logo se convenceu que havia algo atrás das arvores. Eventualmente, sua imaginação foi tão forte que o bicho papão assumiu uma forma: De um homem Mau Encarado, que iria ataca-la. Lyall ouviu o grito, e transformou aquela visão eu um cogumelo com um aceno da varinha. Hope pensou, em sua confusão, que ele havia espantado o homem ruim, e suas primeiras palavras a ela "Não se preocupe, era só um bicho-papão" não causou efeitos nela. Quando ele viu o quão bonita ela era, Lyall sabiamente escolheu não falar mais sobre papões, mas concordou instantaneamente que aquele era um homem grande e assustador, e a única coisa sensível que poderia fazer por ela, era acompanha-lá até sua casa.
O jovem casal se apaixonou, e nem a vergonha de Lyall ao admitir meses depois que ela nunca esteve em real perigo, fez eles se separarem. Para o deleite de Lyall, Hope aceitou sua proposta de casamento e aprontou todos os detalhes para a cerimonia, incluindo um bolo com um papão no topo.
Lyall e Hope tiveram um ano depois seu primeiro e único filho, Remus John, era uma criança esperta e saudável, e logo apontou sinais de magia, fazendo seus pais acharem que o pequeno seguiria os passo do pai, e iria para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
Na época em que Remus tinha quatro anos de idade, a magia negra crescia pelo país. Mesmo que fossem poucos que soubessem quem estava por trás dos ataques, a primeira ascensão de Lord Voldemort começava, e Comensais da Morte retrucavam várias espécies de criaturas das Trevas para se unir a eles e fazer o Ministério cair. O Ministério então recrutou especialistas e todas as criaturas magicas- mesmo os de papões e poltergeists- para ajudar a conter o poder das trevas. Lyall foi um dos chamados para ir trabalhar no Departamento de Regulamentação de Criaturas Mágicas, que ele aceitou facilmente. Foi então que Lyall ficou frente a frente com um lobisomen chamado Fenrir Greyback, que foi levado para interrogatório por causa da morte de duas crianças trouxas.
O Registro de Lobisomens era mantido muito mal. Lobisomens eram algo tão obscuro na sociedade bruxa que evitavam o contato com outras pessoas; eles vivam em conjuntos e faziam de tudo para não serem registrados. Greyback, era lobisomen sem o conhecimento do Ministério, se dizia ser nada mais que um mendigo Trouxa que estava maravilhado por estar numa sala cheia de bruxos, e que nada sabia sobre as pobres, crianças mortas.
As roupas e a falta de varinha de Greyback foi o suficiente para convencer dois ignorantes membros do comitê de que ele estava falando a verdade, mas Lyall Lupin não seria facilmente enganado. ele reconhecei certos traços em Greyback e falou ao comitê para mante-lo preso até a próxima lua cheia, que seria em meras 24 horas.
Greyback ficou em silêncio enquanto os colegas de comitê de Lyall riam dele. "Volte para os papões de Welsh Lyall, nisso você é bom" eles diziam e isso deixou Lyall com raiva. Ele então começou a dizer que lobisomens eram "sem alma, maus e que não mereciam nada alem da morte". Isso fez o que expulsassem da sala e depois de pedir desculpas para o Greyback, solta-lo.
O bruxo que acompanhou Greyback devia fazer um feitiço da memória para faze-lo esquecer que esteve no Ministério, porém ele foi surpreendido por Greyback e mais dois companheiros dele, que tiveram a sorte de conseguir entrar, e os três lobisomens fugiram.
Greyback não perdeu tempo em contar como Lyall descreveu sua especie aos seus amigos. Logo eles quiseram vingança contra o bruxo que disse que eles mereciam nada alem da morte.
Próximo ao quinto aniversário de Remus, ele dormia em paz em sua cama, então Fenrir Greyback quebrou a janela dele e atacou o garoto. Lyall chegou no quarto a tempo de salvar a vida do filho, lançando poderosos feitiços para botar Greyback para fora, mas seus filho acabaria se tornando um lobisomen por completo.
Lyall nunca se perdoaria pelas palavras que falou na frente de Greyback no inquérito: sem alma, maus e que mereciam nada mais que a morte. Ele falou o que todos viam da comunidade lupina, mas seu filho era tão adorável e inteligente- excerto quando estava na Lua Cheia, quando ele sofria e se transformava num perigo para todos a sua volta. Por muitos anos, Lyall não explicou sobre o ataque, nem a identidade de Greyback, temendo que seu filho ficasse com raiva dele.
Lyall fez de tudo para achar uma cura, mas não havia poção ou feitiço que pudesse curar o filho. Nesse tempo sua família viva na condição de ter que esconder a condição de Remus. Eles trocavam de cidade para vila, a medida que rumores sobre o menino começavam. Muitos bruxos notavam como o garoto ficava quando a lua nova aproximava, e os períodos do mês em que desaparecia. Remus não tinha permissão para brincar com outras crianças, pois corria o risco dele sem querer deixar escapar sua condição. Em consequência disso, tirando seus amáveis pais, ele era uma menino solitário.
Enquanto Remus era pequeno, não era difícil conte-lo na lua cheia, tranca-lo num quarto com feitiços silenciadores era o suficiente. Porém ele crescia, assim como o lobo em si, e quando tinha dez anos já era capaz de quebrar portas e esmagar janelas. Nem mesmo poderosos feitiços continham o filho e Lyall e Hope agora ficavam com medo e preocupados. Eles adoravam o filho, mas sabia que sua comunidade- que já estava cercada de rumores de Trevas- não seriam compreensíveis com um lobisomen descontrolado. Sua esperança estava em ruínas e Lyall educaria Remus em casa, o garoto nunca pisaria na escola.
Próximo do 11º aniversário de Remus, ninguém menos que Albus Dumbledore em pessoa, o diretor de Hogwarts, apareceu na porta dos Lupins sem ser convidado. Hope e Lyall tentaram proibir a entrada do diretor, mas cinco minutos depois, Dumbledore estava sentado próximo a lareira, comendo bolinhos e brincando de Gobstones com Remus.
Dumbledore contou aos Lupins que sabia o que havia ocorrido com o filho deles. Greyback se gabava do feito e o diretor tinha espiões entre as criaturas das Trevas. Dumbledore ainda disse que não via razão para que Remus não fosse a escola, e contou seus planos de segurança para poder levar Remus para lá. Por conta da incompreensão e do preconceito sobre os lobisomens, Dumbledore concordou que Remus não devia expor sua condição. Uma vez por mês ele seria levado para uma casa segura em Hogsmeade, protegida por muitos feitiços e que só teria conexão com Hogwarts por um túnel subterrâneo, ali Remus poderia se transformar em paz.
A animação de Remus foi maior que qualquer outra coisa que já tinha sentido antes. Era o sonho da sua vida poder sair e conhecer outras crianças, e pela a primeira vez na vida ter colegas e amigos.
Escolhido para a Griffinória, logo Remus havia ficado próximo de dois garoto confiantes e rebeldes, James Potter e Sirius Black. Eles foram atraídos pelo senso de humor de Remus e sua bondade, algo que eles não possuíam como ele. Remus sempre o amigo mais quieto logo trouxe, Peter Pettigrew para andar com eles. Esse, mesmo sendo um colega da Griffinória não teria chamado a atenção de James e Sirius se Remus não os persuadi-se. Logo os quatro se tornaram inseparáveis.
Remus era a consciência do grupo, mas muitas vezes uma falha consciência. Ele desaprovava o bullying cometido para cima de Severus Snape, mas por amar Sirius e James, e ser grato por eles terem o acolhido, ele não os repreendia tanto quanto sabia que deveria.
Inevitavelmente logo os três melhores amigos perguntavam-se onde Remus ia uma vez por mês. Convencido pela sua solitária infância e que seus amigos o abandonariam se descobrissem que ele era uma lobisomem, Remus contava mentiras para disfarçar seus desaparecimento. James e Sirius entenderam a verdade no segundo ano. Para a felicidade de Remus, eles só não permaneceram amigos dele como ainda tornaram seu peso mensal algo mais fácil, e ainda deram para Remus um apelido que o acompanhou por toda carreira escolar "Moony". Moony ainda foi Monitor na escola.
Em tempo em que os quatro amigos deixaram Hogwarts, a ascensão de Lord Voldemort estava quase completa. Uma verdadeira resistência a ele era feita em segredo sob o nome de Ordem da Fênix, na qual os quatro jovens entraram.
A morte de James Potter, junto com de sua esposa Lily, pelas mãos de Voldemort, foi uma das coisas mais terríveis que Remus passou por toda sua turbulenta vida. Seus amigos significavam tudo para ele, pois a muito ele já havia aceitado que a maioria das pessoas não iria querer ter contato com ele, e ele não teria a possibilidade de casar e ter filhos. O pior é que em menos de 24 horas depois da morte de James, ele perdeu seus outros dois amigos. Ele estava no norte do pais em trabalho da Ordem, quando ouviu sobre um ter assassinado o outro, e agora este estava em Azkaban, era um traidor da Ordem, e de entregou James e Lily.
A queda de Voldemort, algo que deixou toda a comunidade bruxa feliz, marcou o inicio de uma época triste e solitária da vida de Remus. Ele perdeu seus três amigos, a Ordem foi desfeita, seus colegas voltaram para suas vidas e famílias. Sua mãe agora estava morta, e apesar de Lyall adorava ter o filho com ele, Remus se recusou em acabar com a vida tranquila do pai, voltando a morar com ele.
Remus vivia uma vida difícil, pegando trabalhos muito inferiores que ele merecia, sempre sabendo que teria que ir embora assim que o padrão de ficar doente na lua cheia ficasse claro para seus colegas e chefes de trabalho.
Um descobrimento da comunidade bruxa trouxe esperança a Remus: A poção Mata-Cão (Wolfbane). Essa poção preservaria sua consciência durante a lua cheia e ele seria apenas um lobo dormindo. O maior medo de Remus sempre foi dele matar alguém enquanto estivesse fora de si. Entretanto, a poção Mata-cão era complexa e seus ingredientes, caros. Remus não poderia obtê-lá sem admitir o que era, então continuou sua solitária e itinerante existência.
Uma vez mais, Albus Dumbledore mudou a vida de Lupin quando o encontrou em Yorkshire. Feliz de rever o diretor, Remus maravilhou-se ao ouvir Dumbledore convida-lo para ser professor de Defesa Contra A Artes Das Trevas, mas só concordou quando Dumbledore lhe ofereceu um ilimitado suprimento de poção Mata-Cão. Feita por Severus Snape, mestre de poções.
Em Hogwarts, Snape revelou-se ser um ótimo professor, com grande conhecimento e que fazia seus alunos entenderem. Ele era atraído para os mais subestimado e Neville Longbottom e Harry Potter foram beneficiados com sua bondade e conhecimento.
Entretanto um antigo habito de Remus veio á tona. Ele desconfiava de um velho amigo, um conhecido fugitivo, mas não contou sobre isso a ninguém em Hogwarts. Seu desesperado desejo de pertencer a algum lugar e ser amado falou mais forte.
Uma série de circunstâncias infortunais fez com que Remus torna-se lobisomem nos jardins do castelo. Severus Snape, ainda ressentido com brigas na infância fez com que os alunos soubessem a verdadeira situação do professor Lupin. Remus se sentiu obrigado a se demitir e deixar Hogwarts uma vez mais.
Como Voldemort ascendia uma vez mais, a velha resistência se viu agrupada mais uma vez, e Remus estava novamente entre a Ordem da Fênix.
Desta vez a Ordem contava co uma jovem Auror que era muita nova para participar da primeira vez. Inteligente, corajosa e engraçada, a garota de cabelo rosa Ninphadora Tonks, protegida de Alastor "Olho Tonto" (Mad-eye) Moody.
Remus cheio de melancolia e solidão se viu inquietado, depois impressionado, então seriamente atingido pela jovem Auror. Ele nunca tinha apaixonado-se antes. Se o tempo fosse outro ele logo teria se afastado, para não sofrer vendo Tonks se apaixonar por um jovem bruxo do trabalho, o que ele esperava que acontecesse. Entretanto, está é a guerra, e ambos eram necessários na Ordem da Fênix, e ninguém sabia o que o dia seguinte traria. Remus então teve uma justificativa para ficar, e apesar de manter seus sentimentos escondidos, ficava grato sempre que tinha que ficar com Tonks em alguma missão.
Nunca ocorreu á Remus que Tonks poderia sentir algo por ele. Ele se achava sujo e mau. Porem uma noite, eles faziam uma vigia ao redor da casa de um conhecido Comensal, e depois de uma ano de amizade conversavam sobre um colega da Ordem. "Ele ainda é bonito, mesmo depois de Azkaban" Tonks comentou, e Remus antes de poder se controlar falou alto "Ele sempre consegue a mulher" achando que a jovem estava apaixonada por Sirius. Isso deixou Tonks com raiva. "Você saberia perfeitamente por que eu tenho uma queda, se não estivesse tão ocupado sentindo pena de si mesmo para notar" ela rebateu.
Remus se sentiu mais feliz do que nunca nessa vida. Porém logo isso se apagou, por entender o que isso significava. Ele sabia que não podia se casar e correr o risco de passar sua condição adiante. Então fingiu não entender a resposta da moça. Mas Tonks eram mais inteligente que ele, e soube que Remus a amava, mas não queria admitir. Porem ele começou a não pegar excursões com ela, e parou de falar com ela. Começou a se voluntariar para missões mais perigosas. Isso deixou Tonks triste pois não só achava que o homem que ela amava nunca mais passaria um tempo com ela, como também o via se aproximando cada vez mais da morte por não querer admitir seus sentimentos.
Remus e Tonks lutaram juntos na batalha do Departamento de Mistérios, que expôs a volta de Voldemort para o mundo. A perda do último amigo de escola de Remus o fez aderir a um habito de auto-destruição, quando topou ser espião de Dumbledore. Ele viveria com lobisomens e tentaria atrai-los para o lado de Dumbledore, mas isso o faria ficar próximo de quem mudou sua vida para sempre. Fenrir Greyback.
Remus teve que ficar cara a cara com Greyback e Tonks um ano depois, quando a Ordem batalhou contra os Comensais da Morte em Hogwarts. Durante a batalha Remus perdeu outra pessoa que amava: Albus Dumbledore. Dumbledore era adorado por todos os membros da Ordem, mas Remus havia recebido dele tanta bondade, compreensão e tolerância que ele nunca recebeu de mais ninguém tirando os seus pais e seus três amigos, ele foi o único a lhe dar um papel normal na sociedade bruxa.
Depois da batalha, encorajada pelo discurso de Fleur Delacour sobre amar Bill Weasley, que havia sido atacado por Greyback, Tonks fez uma corajosa declaração de seus sentimentos em publico para Remus, que foi forçado a admitir que à amava. E no que ele pensava ser um atitude mesquinha e egoísta, Remus casou-se com Tonks, no norte da Escócia, com pessoas de pub como testemunhas. Ele continuou a achar que acabaria infectando sua esposa. Ele ficava entre o sonho de ter se casado com a mulher que amava e o pesadelo de pensar que havia a condenado.
Apenas algumas semanas depois, Remus percebeu que sua esposa estava grávida, e ficou com medo de encara-lá. Ele estava convencido que havia passado sua terrível condição para uma criança inocente e havia condenado Tonks a uma vida ruim como a de sua mãe, mudando-se constantemente, sempre escondendo sua pobre e violenta criança dos outros. Cheio de remorso e auto-recriminação Remus deixou Tonks, e foi procurar Harry para acompanha-lo em sua mortal aventura.
Ele não esperava a reação do jovem Harry, que não aceitou sua ajuda e ficou bravo com ele. Ele disse ao seu ex-professor que ele estava agindo de forma egoísta e irresponsável. Remus respondeu isso com violência e foi embora da casa, se escondendo num canto do Caldeirão Furado onde ficou fumando e bebendo.
Entretanto, depois de horas refletindo, Remus chegou a conclusão que seu ex-pupilo havia lhe ensinado uma valiosa lição. James e Lily, Remus refletia, ficaram com Harry mesmo depois de suas mortes. Lyall e Hope, seus próprios pais, sacrificaram sua paz e segurança para ter a família unida. Muito envergonhado, Remus deixou a hospedaria e voltou para sua esposa, a quem implorou perdão, e jurou que nunca mais a abandonaria. E assim foi, ele rejeitou várias missões da Ordem e colocou a segurança da sua esposa e seu bebe em primeiro lugar durante toda a gravidez.
O filho deles, Edward Remus (Teddy) Lupin, ganhou o nome em homenagem ao recém desencarnado sogro de Remus. Ambos estavam felizes e o filho não mostrou nenhum sinal de licantropia ao nascer, mas herdou a habilidade da mãe de mudar a aparência. Na noite do nascimento do filho, Remus deixou a esposa sobre os cuidados da sogra e foi procurar Harry pela primeira vez desde da briga. Ele convidou Harry para ser padrinho de seu filho, sentindo nada além de gratidão e felicidade pela pessoa que o mandou para casa e lhe deu a maior chance de felicidade em sua vida.
Tanto Remus como Tonks voltaram para Hogwarts para lutar contra Voldemort, deixando o filho aos cuidados da avó. O casal sabia que se Voldemort ganhasse a batalha, sua família acabaria: ambos eram conhecidos membros da Ordem da Fênix, Tonks era marcada pela tia, a Comensal da Morte Bellatrix Lestrange, e o filho deles estava muito fora do padrão puro sangue, tendo traços trouxas e de lobisomem em seu sangue.
Tendo sobrevivido a vários encontros com comensais, Remus Lupin encontrou seu fim pelas mãos de Antonin Dolohov, um dos mais sanguinareos e antigos comensais. O fato de Lupin não estar em forma para batalhar, tendo usado por meses apenas feitiços de proteção, e Dolohov estar em constantes batalhas e torturando pessoas pesou, e no fim, Lupin não conseguiu vencer a batalha com o Comensal.
Remus Lupin foi condecorado com a Ordem de Merlin, Primeira Classe, depois de sua morte, o primeiro lobisomem a receber essa honraria. O exemplo de sua vida e morte ajuda e muito a tirar o estigma dos lobisomens. Ele nunca sera esquecido por quem o conheceu: um corajoso, e bondoso homem que deu tudo que podia em circunstancias difíceis para ajudar mais do que imaginou.
Seu patrono era um Lobo.
sexta-feira, 11 de março de 2016
Escolas de Magia: Ilvermorny
A Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny fica na Montanha Greylock, Massachusetts e para repelir os não mágicos há vários feitiços como um conjunto de nuvens negras .
Criada no século 17 como um barraco, onde era a casa de Isolt Sayre. Primeiramente apenas para ensinar seus dois filhos adotivos, mas logo crianças de tribos mágicas começaram a aparecer, e queriam trocar seus conhecimentos com os de Isolt. Em 1634 eles já tinham alunos o bastente para fazer competições inter-casas, mas ninguém além da família fundadora morava lá.
Seu crescimento foi muito rápido e logo crianças bruxas de toda a America do norte iam estudar lá, professores foram contratados para a demanda e a escola passou a abrigar os alunos. No século XIX ela já tinha fama mundial.
Fundada por um no-maj Ilvermorny tem a reputação de ser uma das menos eletistas e mais democraticas Escolas de Magia do mundo.
-Casas
Criada baseada em Hogwarts, ela também tem 4 Casas. Elas nomeadas pela família fundadora, em homenagem as criaturas favoritas de cada um.
- Thunderbird (Pássaro Trovão): Nomeado por Chadwick, o filho mais velho. Pessoas dessa Casa tem tendencia a serem aventureiras, corajosas e inteligentes e um pouco sentimentais. Representa a alma.
- Wampus: Nomeado por Webster, o filho mais novo. Pessoas leais e argumentativas e guerreiras costumam cair nessa Casa. Representa o corpo.
- Horned Serpent (Serpente Chifruda): Nomeada por Isolt Sayre, pessoas estudiosas vão para ela, representa a mente.
- Pukwudgie: Nomeado pelo James Steward, não-mágico. Bruxos com talentos para cura costumam ir para lá. Representa o coração.
Enquanto e o resto da escola fica na varanda acima, os novos estudantes ficam no Hall de entrada onde um por um são chamados para ficarem em cima do simbolo do Nó Górdio feito de madeira no chão. E então espera uma das estatuas reagir. Se for para Serpente, os cristais em sua cabeça irão acesnder. Se for para Wampus, ele ira rugir. O Thuderbird meche suas asas e o Pukwudgie leva sua flecha para cima. Se mais de uma estatua o quiser o aluno escolhe. Isso é muito raro, acontece uma vez por geração.
Até 1965 os alunos depois de selecionados iam para um grande Salão onde eram escolhidos por varinhas, e os alunos menores de 17 anos deviam deixa-las lá durante as férias.
- Uniforme:
Os robes são azuis e vermelhos-cranberry. Todos tem um Nó Górdio preso neles.
- Locais:
Snakewood Tree: A árvore que cresceu da onde a varinha de Slytherin foi enterrada, a estranha e poderosa. Suas folhas tem fortes poderes medicinais.
Salão de Entrada: As portas de entrada do Castelo são ladeadas pelas estatuas de marmore de James e Isolt. As portas abrem para um salão circular com um toldo de vidro. Uma varanda de madeira percorre o andar de cima. De resto o Salão a vazio excerto pelas estatuas das 4 Casas: Thunderbird, Horned Serpent, Pukwudgie e Wampus.
- Diretores:
Isolt e James Steward: Foram os primeiros diretores, e dirigiram a escola em conjunto por muitos anos e gerações de estudantes e de sua própria família. Eles viveram mais de 100 anos. (1634-1734 mais ou menos)
Agilbert Fontaine: Descendente de um dos Aurores originais da America. É o atual diretor da escola (época de 2016).
- Professores:
Rionach Steward foi professora de Defesa Contra a Arte das Trevas por muitos anos (Por volta de 1650-1690)
- Livros:
Até hoje os livros Feitiços de Chadwick vol I e II são usados para os principiantes em Ilvermorny. Escritos pelo próprio Chadwick Boot.
- Outros:
Nos anos 1630's quando Gormlaith foi derrotada, os Pukwudgies começaram a serem responsáveis pela segurança e manutenção da escola. Até hoje eles continuam lá reclamando, mas todos os anos voltam a trabalhar.
quarta-feira, 9 de março de 2016
Caldeirão Furado
O Caldeirão Furado (Leaky Caldron) é o pub mais antigo de Londres. Ele hoje em dia fica na Charing Cross Road, mas seu endereço é na verdade o numero 01 do Beco Diagonal (hoje é a entrada para o mesmo).
O pub foi criado por volta de 1500, assim como o resto do Beco. Sendo assim, dois séculos antes do Estatuto de Sigilo Internacional, então inicialmente era visível para os trouxas. Trouxas mesmo assim quase nunca apareciam no pub.
Quando o Estatuto entrou em vigor, o Caldeirão Furado já havia virado uma instituição importante, e foi dada a permissão especial de continuar existindo. Claro que com regras e feitiços de proteção e ocultação. Isso porque o Ministro da magia da época, Ulick Gamp, era simpatizante de que os bruxos tivessem um local para ficar na capital. Ele ainda deu ao senhorio da época a responsabilidade de levar as pessoas para Beco Diagonal através de seu quintal. O Beco também foi protegido.
Em honra ao Ministro Gamp o dono do bar na época criou uma cerveja chamada Gamp's Old Gregarius, mas ela é tão ruim que nunca ninguém conseguiu tomar uma caneca (existe o prêmio de mil galeões para quem o fizer).
Uma crise aconteceu no final do século XIX quando a rua Charing Cross foi criada. O ministro da mágia da época, o chato Faris Spavin, explicou para a Suprema Corte Magica Britânica que não teria como salvar o pub dessa vez. Porém, sete horas mais tarde, ele recebeu um bilhete de seu secretário, contando que ele havia se reunido com uma multidão de bruxos e juntos enfeitiçaram os urbanistas e arquitetos trouxas (alguns dizem que até usaram a Maldição Imperius) e não havia mais problemas. Obvio que os trouxas nunca entenderam porque deixaram um vão entre os edifícios, e porque ninguém o notava.
O Caldeirão Furado é um local pequeno e aconchegante, com um bar no térreo e em cima alguns quartos onde pode-se locar para passar a noite.
O pub foi criado por volta de 1500, assim como o resto do Beco. Sendo assim, dois séculos antes do Estatuto de Sigilo Internacional, então inicialmente era visível para os trouxas. Trouxas mesmo assim quase nunca apareciam no pub.
Quando o Estatuto entrou em vigor, o Caldeirão Furado já havia virado uma instituição importante, e foi dada a permissão especial de continuar existindo. Claro que com regras e feitiços de proteção e ocultação. Isso porque o Ministro da magia da época, Ulick Gamp, era simpatizante de que os bruxos tivessem um local para ficar na capital. Ele ainda deu ao senhorio da época a responsabilidade de levar as pessoas para Beco Diagonal através de seu quintal. O Beco também foi protegido.
Em honra ao Ministro Gamp o dono do bar na época criou uma cerveja chamada Gamp's Old Gregarius, mas ela é tão ruim que nunca ninguém conseguiu tomar uma caneca (existe o prêmio de mil galeões para quem o fizer).
Uma crise aconteceu no final do século XIX quando a rua Charing Cross foi criada. O ministro da mágia da época, o chato Faris Spavin, explicou para a Suprema Corte Magica Britânica que não teria como salvar o pub dessa vez. Porém, sete horas mais tarde, ele recebeu um bilhete de seu secretário, contando que ele havia se reunido com uma multidão de bruxos e juntos enfeitiçaram os urbanistas e arquitetos trouxas (alguns dizem que até usaram a Maldição Imperius) e não havia mais problemas. Obvio que os trouxas nunca entenderam porque deixaram um vão entre os edifícios, e porque ninguém o notava.
O Caldeirão Furado é um local pequeno e aconchegante, com um bar no térreo e em cima alguns quartos onde pode-se locar para passar a noite.
Conto- A História dos Marotos
A motocicleta de corrida fez a curva acentuada tão rápido na escuridão que os dois policiais no carro de perseguição gritaram “Uou!”. O Sargento Fisher forçou seu enorme pé no freio, pensando que o garoto que estava na carona com certeza seria esmagado embaixo de suas rodas; porém, a motocicleta fez a curva sem derrubar nenhum de seus ocupantes, e com uma piscada da sua luz traseira vermelha, desapareceu na apertada rua lateral.
― Agora nós os pegamos! – exclamou animado o policial Anderson. – É um beco sem saída!
Segurando forte na direção e estraçalhando seu câmbio, Fisher destruiu metade da pintura da lataria ao forçar o carro pelo beco na perseguição.
Lá sob a luz dos faróis estava sentada a presa, finalmente parada após um quarto de hora de caçada. Os dois passageiros estavam emboscados entre uma alta parede de tijolos e o carro da polícia, que agora estava se aproximando deles como um predador rosnando, de olhos luminosos.
Havia tão pouco espaço entre as portas do carro e as paredes do beco que Fisher e Anderson tiveram dificuldade em se soltar do veículo. Feria a dignidade ter que se arrastar, que nem um siri, até os malfeitores. Fisher arrastava sua generosa barriga pela parede, arrancando botões de sua camisa enquanto ia, e finalmente arrancando o espelho retrovisor com sua parte traseira.
― Saiam da moto! – ele gritou para os jovens com sorrisos de desdém, que estavam confortáveis na brilhante luz azul como se estivessem aproveitando.
Eles fizeram o que lhes foi mandado. Finalmente se livrando do espelho retrovisor quebrado, Fisher os encarou. Eles pareciam estar no fim da adolescência. O que esteve dirigindo tinha um longo cabelo preto; sua boa aparência insolente lembrava desagradavelmente a Fisher do namorado vagabundo e guitarrista de sua filha. O segundo garoto também tinha cabelo preto, mas o dele era curto e espetado em todas as direções; ele usava óculos e tinha um sorriso forçado. Ambos estavam vestindo camisetas com a estampa de um grande pássaro dourado; o emblema, sem dúvida, de alguma banda de rock desafinada e ensurdecedora.
― Sem capacetes! – gritou Fisher, apontando de uma cabeça descoberta para a outra. – Ultrapassando o limite de velocidade por… por uma quantia considerável! (De fato, a velocidade registrada tinha sido maior do que Fisher poderia considerar qualquer motocicleta capaz de viajar.) – Não parando para a polícia!
― Nós teríamos adorado parar para bater papo, – disse o garoto de óculos. – mas é que estávamos tentando…
― Não se faça de esperto, vocês dois estão em uma baita encrenca! – rosnou Anderson. – Nomes!
― Nomes? – repetiu o motorista de cabelos compridos. – Er… bem, vamos ver. Existe Wilberforce… Bathsheba… Elvendork…
― E o legal desse aí é que você pode usá-lo para um garoto ou uma garota – disse o garoto de óculos.
― Ah, os NOSSOS nomes, você quis dizer? – perguntou o primeiro, quando Anderson balbuciou com raiva. – Você deveria ter dito! Esse aqui é James Potter, e eu sou Sirius Black!
― As coisas estarão seriamente pretas para você em um minuto, seu insolentezinho…
Mas nem James nem Sirius prestavam atenção. Eles estavam de repente tão alertas quanto cães de caça, encarando algo atrás de Fisher e Anderson, acima do teto do carro policial, na entrada escura do beco. Então, com movimentos fluidos idênticos, eles colocaram as mãos em seus bolsos traseiros
No espaço de uma batida do coração, os dois policiais imaginaram armas brilhando na direção deles, mas um segundo depois eles viram que os motociclistas tinham retirado nada mais do que…
― Baquetas? – ironizou Anderson. – Um par de piadistas vocês, não são? Certo, estamos prendendo vocês sob a acusação de…
Mas Anderson nunca chegou a nomear a acusação. James e Sirius tinham gritado algo incompreensível, e os raios de luz dos faróis se moveram.
Os policiais giraram e depois caíram de costas. Três homens estavam voando – realmente VOANDO – pelo beco em vassouras – e, no mesmo momento, o carro de polícia estava se apoiando em suas rodas traseiras.
Os joelhos de Fisher falharam; ele sentou com força. Anderson tropeçou nas pernas de Fisher e caiu sobre ele, enquanto ‘flãmp’ – ‘bang’ – ‘cranche’ – eles ouviram os homens nas vassouras baterem no carro levantado e despencarem, aparentemente inconscientes, no chão, enquanto pedaços quebrados de vassouras caíam ao redor deles.
A moto tinha ganhado vida de novo. Com sua boca entreaberta, Fisher reuniu forças para olhar novamente para os dois adolescentes.
― Muito obrigado! – disse Sirius acima do ronco do motor. – Nós devemos uma para vocês!
― É, foi legal conhecê-los! – disse James. – E não esqueçam: Elvendork! É unissex!
Houve um barulho de tremer a terra, e Fisher e Anderson jogaram seus braços ao redor um do outro com medo; o carro deles tinha acabado de cair de volta ao chão. Agora era a vez da motocicleta empinar. Em frente aos olhos descrentes dos policiais, ela andou em pleno ar: Tiago e Sirius decolaram para o céu noturno, com o facho da luz traseira brilhando atrás deles como um rubi desaparecendo.
Retirado do Potterish. Conto publicado pela editora Waterstone's em seu site em 11 de junho de 2008, esse pequeno conto escrito pela J.K. Rowling. Foi escrita e leiloada num cartão postal para ajudar uma ONG de Dislexia.
terça-feira, 8 de março de 2016
Sobre Animagos
- Você deve se registrar no Ministério da Magia (ou equivalente), e este deve acompanhar seu processo de virar Animago.
- Em Hogwarts você aprende sobre Animagos no 3º ano. Em Uagadou você pode começar a tentar virar um a partir dos 14 anos.
- Não é um processo fácil, e uma das coisas que você tem que fazer é ficar com uma folha de Mandragora na boca durante um mês.
- O primeiro animago registrado no mundo é Falcon Aesalon, um grego que se transformava num falcão.
- A forma de animal não é de nossa escolha. Tem haver com a nossa personalidade.
- Seu patrono e seu animago devem ser os mesmo animais.
- Em Hogwarts você aprende sobre Animagos no 3º ano. Em Uagadou você pode começar a tentar virar um a partir dos 14 anos.
- Não é um processo fácil, e uma das coisas que você tem que fazer é ficar com uma folha de Mandragora na boca durante um mês.
- O primeiro animago registrado no mundo é Falcon Aesalon, um grego que se transformava num falcão.
- A forma de animal não é de nossa escolha. Tem haver com a nossa personalidade.
- Seu patrono e seu animago devem ser os mesmo animais.
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